quinta-feira, 26 de agosto de 2010

SOS MATA DO PLANALTO

DIA 02/09/2010 AS 13:00 HS ACONTECERÁ NA CÂMARA MUNICIPAL DE BH A AUDIENCIA PÚBLICA, ONDE MAIS UMA VEZ A POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE DIRÁ EM ALTO E BOM SOM O NÃO AO DESMATAMENTO DA ÚLTIMA ÁREA VERDE DE BH. A CONSTRUTORA ROSSI PRETENDE CONSTRUIR 16 PRÉDIO DE LUXO EM CIMA DE 20 NASCENTES.
VOCÊ ESTÁ CONVIDADO A PARTICIPAR. VENHA E DIGA NÃO A MAIS ESSE CRIME AMBIENTAL QUE TEM O AVAL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE BH.
VENHA, VOCÊ É PARTE INTEGRANTE DESTE PLANETA.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Joaquim Barbosa ataca 'Estado' e repórter


Ministro se diz vítima de 'invasão de privacidade', embora tenha sido flagrado em local público

Rui Nogueira / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Pressionado pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, e pelos colegas do Supremo Tribunal Federal (STF) por causa das licenças médicas que o afastam dos julgamentos, o ministro Joaquim Barbosa concedeu entrevista ao site da revista Época. Barbosa reagiu a reportagens publicadas pelo Estado e fez acusações contra a repórter do jornal Mariângela Gallucci.

Advogados e ministros não discutem a doença ou o direito à licença, mas o fato de Barbosa não poder trabalhar e continuar ocupando uma vaga no STF. No ano passado, com base em laudos médicos que atestam que o ministro sofre de dores crônicas na região lombar e no quadril, ele renunciou ao cargo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Perícia. "Que se defina a situação", disse o ministro Marco Aurélio de Mello, do STF. O próprio presidente do Supremo, Cezar Peluso, indicou a possibilidade de submeter Barbosa a uma perícia médica, caso ele precise continuar afastado da Corte.


Barbosa não vai trabalhar, mas foi visto e fotografado numa festa na sexta-feira à noite, e, no sábado, num bar de Brasília. Indicado para o STF em junho de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro vai completar em 30 de setembro 225 dias de licença médica. No Supremo, ele acumula mais de 13 mil processos.


Na entrevista à Época, Barbosa afirmou: "A repórter Mariângela Gallucci do jornal O Estado de S. Paulo invadiu ilegalmente a minha privacidade, me fotografou clandestinamente em ambiente residencial privado, me espionou no fim de semana, quando eu me encontrava com amigos e, ainda por cima, colocou dúvidas sobre o estado de minha saúde (...) Ela fingiu que ligou para o outro lado. Ela ligou para o meu gabinete, sabendo que eu estava há três meses em tratamento em São Paulo, quando ela poderia ter falado diretamente comigo."


As fotos do ministro na festa de sexta-feira não foram feitas pela jornalista Mariângela Gallucci, que nem sequer estava no local. No sábado, Barbosa foi fotografado pelo Estado no bar, um lugar público.


Ao contrário do que afirma o ministro, a repórter contatou sua assessoria de imprensa para falar sobre a paralisação de processos provocada por suas sucessivas licenças médicas. No bar, a repórter abordou o ministro, mas ele disse que não falaria com o jornal. 

"Ninguém gosta de ser pêgo no flagra. Até tu ministro."

A barganha da saúde.

Saúde vira arma de campanha na disputa presidencial
Agência Estado -

Vice-campeã entre seis motivos de insatisfação dos eleitores brasileiros, de acordo com a última pesquisa Ibope, a saúde virou tema de confronto de siglas-símbolo de programas para o setor, brandidas pelos presidenciáveis do PT e do PSDB nas primeiras semanas de campanha.
As Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) - que surgiram no Rio de Janeiro e foram adotadas pelo governo federal - viraram arma de campanha para a presidenciável petista Dilma Rousseff enfrentar os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AME), implantados em São Paulo e defendidos pelo tucano José Serra. São estruturas diferentes: as UPAs se dedicam ao primeiro atendimento de emergências mais simples, enquanto as AMEs fazem consultas e exames. Depois que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reconheceu que, de 500 UPAs prometidas, só 200 ficarão prontas até o fim do ano, as siglas ganharam mais destaque no noticiário.
O debate sobre o tema, porém, já fora iniciado.“O atendimento fica mais ágil, pois, em vez de se deslocar para o hospital, o paciente já tem atendimento na própria UPA”, elogiou Dilma no início de agosto, durante visita ao Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília. Duas semanas antes, em Paranavaí (PR), o tucano prometera criar, se eleito presidente, 154 AMEs. “Isso encurtará drasticamente o tempo de espera que hoje é de seis meses em média de uma consulta ou tratamento especializado.”
A preocupação expressa pelos dois primeiros colocados na corrida presidencial tem raízes na opinião pública. De acordo com a pesquisa Ibope realizada entre os dias 2 e 5 de agosto, 30% dos eleitores avaliam que, nos dois anos anteriores à sondagem, os serviços de saúde pioraram um pouco ou muito.
"Nesse período encontramos sempre candidatos falando na saude, ecucação, etc,etc. Mas quando o desgoverno do PT deu ordens para fechar a maioria dos hospitais das cidades do interior, ninguém fez nada. Um ex; o hospital da cidade de Guanhaes foi fechado e agora eles vem falar em saude. A BR 381 é o caminho para quem precisa de uma simples consulta. Temos sim excelentes hospitais de 4 rodas, e os médicos são os mais bem conceituados, cortes, educados e foram escolhidos a dedos. Construíram postos de saúde para enganar o povo. Viva a hipocrisia."

Me vende o seu voto?


Que país é esse?



Serra, só se for eletrica.



Dengue assola BH

BH registra mais de 49 mil casos de dengue
LARISSA NUNES

AAUm novo balanço divulgado pela Secretaria Municipal de Belo Horizonte nesta quarta-feira (11) aponta 49.023 casos confirmados de dengue na cidade este ano.
A região de Venda Nova ainda registra o maior número de notificações: foram 11.354, seguidas pelas regiões Norte e Noroeste.

Apesar do alto índice, os números divulgados pela Secretaria mostram que capital teve queda no número de casos de dengue no último mês. Em balanço divulgado no dia 30 de junho de 2010, por exemplo, a cidade tinha 38. 706 confirmações da doença. Uma semana depois, eram 40.426 ocorrências, aumento de mais de dois mil casos. Desde o último balanço, divulgado há uma semana, o aumento foi de menos de mil ocorrências da dengue em BH.
o tempo